quarta-feira, 21 de março de 2012

21 de Março
Respeite as diferenças...
DIA INTERNACIONAL CONTRA A DISCRIMINAÇÃO RACIAL
Imagem: Disponível em: < https://www.facebook.com/profile.php?id=100000123897416&sk=wall  >
O dia 21 de março é reservado especialmente para as manifestações de Luta Contra o Preconceito Racial. Embora todos os dias são válidos para demonstrar nossa indignação contra os diversos tipos de preconceito, seja racial, social, político, religioso, econômico, cultural, ou qualquer outro ato que impeça a plena liberdade e expressão e participação na sociedade.
Nesta data vamos nos dedicar à discriminação racial, que significa toda e qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada na raça, cor, ascendência, origem étnica tendo como finalidade impedir, problematizar o pleno direito de ir e vir de todos os cidadãos.
Em 1960, no dia 21 de março, na cidade de Joanesburgo, capital da África do Sul, 20 mil negros protestavam contra a lei do passe, que os obrigava a portar cartões de identificação, especificando os locais por onde eles poderiam circular. Durante este manifesto contra o regime Aparteheid, ocorreu à prisão de diversos líderes, centenas de pessoas ficaram feridas, entre elas crianças e 69 morrem. Esta ação ficou conhecida como o Massacre de Shaperville. Em memória à tragédia, a ONU – Organização das Nações Unidas – instituiu 21 de março como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial
O Artigo I da Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial diz o seguinte:O racismo se apresenta, de forma velada ou não, contra judeus, árabes, mas sobretudo negros. No Brasil, onde os negros representam quase a metade da população, chegando a 80 milhões de pessoas, o racismo ainda é um tema delicado. 
No Brasil, hoje estão sendo realizados vários eventos objetivando a reflexão e o debate da população sobre estas e outras questões que tem colocado o negro no centro das discussões sobre a questão da discriminação e do preconceito racial. As próprias políticas públicas são evasivas e discriminatórias, como por exemplo: por que reserva em “faculdades e universidades” para negros e índios? Se perante a Lei somos todos iguais, automaticamente todos podem participar de igual para igual nas vagas para formação educacional e profissional. Todos podem entrar e sair de qualquer lugar público, todos tem os mesmos direitos sociais, políticos e econômicos. 
BASTA!
Acordem todos: brancos, negros, amarelos, índios,... deixamos o preconceito para trás, ele está fora de moda. 

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